Tecnologia médica
Duas cientistas da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, apresentaram um pequeno dispositivo médico que elas esperam um dia ser capaz de navegar pelas veias humanas.
Segundo Ada Poon, coordenadora do trabalho, o microrrobô é alimentado à distância por ondas de rádio de alta frequência, dispensando cabos e baterias.
"Esses aparelhos poderão revolucionar a tecnologia médica," disse ela durante a apresentação de seu trabalho na Conferência Internacional de Circuitos e Estado Sólido (ISSCC).
Duas cientistas da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, apresentaram um pequeno dispositivo médico que elas esperam um dia ser capaz de navegar pelas veias humanas.
Segundo Ada Poon, coordenadora do trabalho, o microrrobô é alimentado à distância por ondas de rádio de alta frequência, dispensando cabos e baterias.
"Esses aparelhos poderão revolucionar a tecnologia médica," disse ela durante a apresentação de seu trabalho na Conferência Internacional de Circuitos e Estado Sólido (ISSCC).
Encruzilhada da robótica
Uma pesquisa científica e a declaração de uma empreendedora acabam de resumir bem a encruzilhada ante a qual a robótica parece paralisada.
Antes vista como a "segunda computação", quando os robôs deveriam estar tão presentes nos lares de todo o mundo quanto os computadores, o campo ainda está distante de qualquer coisa como um "robô pessoal".
De um lado, equipes de cientistas tentam fazer verdadeiras máquinas humanas, mesmo reconhecendo o quanto isto está longe da realidade.
Uma pesquisa científica e a declaração de uma empreendedora acabam de resumir bem a encruzilhada ante a qual a robótica parece paralisada.
Antes vista como a "segunda computação", quando os robôs deveriam estar tão presentes nos lares de todo o mundo quanto os computadores, o campo ainda está distante de qualquer coisa como um "robô pessoal".
De um lado, equipes de cientistas tentam fazer verdadeiras máquinas humanas, mesmo reconhecendo o quanto isto está longe da realidade.
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| [Imagem: Southampton University] |
Os balões são usados pela meteorologia, e até para observar o espaço, há décadas.
Mas monitorar o meio ambiente exige estar sempre pronto para as intempéries repentinas, como um vulcão que entra em erupção, um tufão que se aproxima ou uma nuvem tóxica que emerge de uma usina nuclear acidentada.
Para reagir a esses eventos-surpresa, cientistas da Universidade de Southampton, no Reino Unido, decidiram desenvolver uma plataforma de observação que possa ser lançada para fazer observações na alta atmosfera em uma questão de horas.
Robótica aberta
Centenas de equipes de pesquisadores estão trabalhando no desenvolvimento de robôs nas universidades ao redor do mundo.
O problema é que quase todos trabalham de forma independente, o que significa que o desenvolvimento é demorado, os robôs ficam mais caros e, pior de tudo, os robôs dos diversos grupos são incompatíveis uns com os outros.
Para tentar "globalizar" a pesquisa em robótica, a equipe de roboticistas da Universidade de Tecnologia de Eindhoven, na Holanda, está lançando o projeto ROB - Robotic Open Platform, ou Plataforma Robótica Aberta.
Centenas de equipes de pesquisadores estão trabalhando no desenvolvimento de robôs nas universidades ao redor do mundo.
O problema é que quase todos trabalham de forma independente, o que significa que o desenvolvimento é demorado, os robôs ficam mais caros e, pior de tudo, os robôs dos diversos grupos são incompatíveis uns com os outros.
Para tentar "globalizar" a pesquisa em robótica, a equipe de roboticistas da Universidade de Tecnologia de Eindhoven, na Holanda, está lançando o projeto ROB - Robotic Open Platform, ou Plataforma Robótica Aberta.
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| [Imagem: Fraunhofer IPA] |
Aranhas são muito ágeis, sendo que algumas conseguem até saltar.
Elas devem essa super capacidade graças a pernas sem músculos, que são acionadas hidraulicamente.
Pesquisadores do Instituto Fraunhofer, na Alemanha, resolveram tirar proveito dessa agilidade com vistas a explorar áreas inalcançáveis por robôs de rodas, lagartas, ou mesmo bípedes.
Para deixar o robô-aranha o mais leve possível, ele foi criado usando um processo de impressão 3-D.
Dotado de uma câmera e de equipamentos de medição, sua missão será fazer um levantamento prévio de áreas assoladas por acidentes, naturais ou não.
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| [Imagem: KULeuven] |
Trator robotizado
Logo, logo, os fazendeiros não precisarão mais acordar de madrugada, pegar seus tratores e começar a cuidar de suas lavouras.
A depender dos engenheiros da Universidade de Leuven, na Bélgica, os tratores do futuro poderão fazer isso sozinhos.
A equipe do Dr. Erik Hostens está desenvolvendo um trator robotizado. O primeiro protótipo já é totalmente automatizado e capaz de andar sozinho por um circuito pré-determinado.
Logo, logo, os fazendeiros não precisarão mais acordar de madrugada, pegar seus tratores e começar a cuidar de suas lavouras.
A depender dos engenheiros da Universidade de Leuven, na Bélgica, os tratores do futuro poderão fazer isso sozinhos.
A equipe do Dr. Erik Hostens está desenvolvendo um trator robotizado. O primeiro protótipo já é totalmente automatizado e capaz de andar sozinho por um circuito pré-determinado.
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| [Imagem: Panasonic] |
A empresa japonesa Panasonic apresentou novas versões de seus robôs para hospitais e cuidados com a saúde, além de melhoramentos do seu robô lavador de cabelos.
Protótipos da cama robótica e do robô que lava cabelos haviam sido apresentados durante uma feira de reabilitação realizada em Tóquio no ano passado.
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