[Imagem: UCSF/Cyperplasm]
Robô biológico

A palavra robô suscita a lembrança de algo meio mecânico, meio eletrônico, mas essencialmente algo metálico, duro.

Não é o que pretende uma equipe formada por especialistas de pelo menos cinco universidades europeias.

O objetivo primário do grupo é construir o protótipo de um robô minúsculo que funcione como uma criatura viva - um robô que seja formado principalmente por células vivas "domadas" com técnicas da engenharia genética.

[Imagem: NASA]
De cirurgião a mecânico espacial

Uma tecnologia desenvolvida para a realização de delicadas cirurgias abdominais está sendo testada para consertar satélites no espaço.

Quem afirma é um conjunto de especialistas em robótica médica da Universidade Johns Hopkins (EUA), que acabam de propor a ideia à NASA.

Na realidade, a agência espacial norte-americana já possui um programa institucionalizado para o desenvolvimento de tecnologias autônomas para a manutenção de naves no espaço, cujo exemplo mais recente foi a colocação em operação de um posto experimental para o abastecimento de naves e satélites no espaço.


Recorde de velocidade para robôs

Os engenheiros afirmam ter-se inspirado nos movimentos do guepardo, também conhecido como chita, para construir o seu robô corredor.

Os resultados foram bons, uma vez que o robô guepardo bateu o recorde mundial de velocidade de robôs com pernas, atingindo 28,97 km/h.

Pinça robótica universal

Há pouco mais de um ano, engenheiros causaram surpresa ao criar uma mão robótica super versátil.

O que mais impressionou é que a "mão" nada mais é do que uma bexiga cheia de um material granulado.

Agora, a equipe descobriu que seu projeto é ainda mais promissor do que parecia à primeira vista: além de segurar objetos, sua "pinça robótica universal" também é capaz de atirar esses objetos à distância.

Tecnologia médica

Duas cientistas da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, apresentaram um pequeno dispositivo médico que elas esperam um dia ser capaz de navegar pelas veias humanas.

Segundo Ada Poon, coordenadora do trabalho, o microrrobô é alimentado à distância por ondas de rádio de alta frequência, dispensando cabos e baterias.

"Esses aparelhos poderão revolucionar a tecnologia médica," disse ela durante a apresentação de seu trabalho na Conferência Internacional de Circuitos e Estado Sólido (ISSCC).

Encruzilhada da robótica

Uma pesquisa científica e a declaração de uma empreendedora acabam de resumir bem a encruzilhada ante a qual a robótica parece paralisada.

Antes vista como a "segunda computação", quando os robôs deveriam estar tão presentes nos lares de todo o mundo quanto os computadores, o campo ainda está distante de qualquer coisa como um "robô pessoal".

De um lado, equipes de cientistas tentam fazer verdadeiras máquinas humanas, mesmo reconhecendo o quanto isto está longe da realidade.

[Imagem: Southampton University]
Eventos-surpresa

Os balões são usados pela meteorologia, e até para observar o espaço, há décadas.

Mas monitorar o meio ambiente exige estar sempre pronto para as intempéries repentinas, como um vulcão que entra em erupção, um tufão que se aproxima ou uma nuvem tóxica que emerge de uma usina nuclear acidentada.

Para reagir a esses eventos-surpresa, cientistas da Universidade de Southampton, no Reino Unido, decidiram desenvolver uma plataforma de observação que possa ser lançada para fazer observações na alta atmosfera em uma questão de horas.


 

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